A Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu, na noite de vinte e um de maio de 2026, duzentas mil figurinhas falsificadas da Copa do Mundo de 2026. A ação foi conduzida por agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), que localizaram o material no compartimento de carga de um ônibus em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
De acordo com a corporação, os cromos serão submetidos à perícia oficial e, em seguida, inutilizados. A medida atende à legislação que protege direitos de imagem e do consumidor, especialmente no contexto de produtos licenciados para eventos internacionais como a Copa do Mundo.
O inquérito segue em andamento para apurar a possível rota das figurinhas falsas da Copa 2026, além de buscar a identificação do local de produção dos colecionáveis falsificados da Copa 2026. Investigadores trabalham para esclarecer os responsáveis pela circulação e distribuição do material ilícito, que pode gerar sanções previstas na Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/98).
Em ações similares nos anos anteriores, o procedimento padrão inclui análise pericial detalhada do lote, verificação de autenticidade e encaminhamento do resultado ao Ministério Público estadual, que poderá oferecer denúncia com base em artigos relacionados à violação de direito de marca e fraude contra o consumidor.
Como funciona a repressão a figurinhas Copa 2026 falsificadas
O combate à comercialização de figurinhas da Copa 2026 piratas é realizado por órgãos especializados em crimes contra a propriedade imaterial. A atuação da DRCPIM abrange desde a investigação de denúncias até o acompanhamento do comércio formal e informal, especialmente em períodos de alta procura, como grandes torneios esportivos.
Esta apreensão integra um contexto mais amplo de fiscalização sobre álbuns da Copa do Mundo 2026 falsificados e reproduções ilegais de figurinhas da Copa 2026, práticas que visam o lucro sem autorização dos detentores de direitos e prejudicam colecionadores e consumidores. Violações dessa natureza podem resultar em penas de até quatro anos de reclusão, baseadas nos artigos 184 (violação de direito autoral) e 175 (fraude no comércio) do Código Penal brasileiro.

As figurinhas passarão por perícia e serão inutilizadas. Imagem: Band News
Possíveis impactos para consumidores e colecionadores
Consumidores atraídos pelo baixo custo dos colecionáveis falsificados da Copa 2026 acabam expostos a riscos, como ausência de padrão de qualidade e perda do valor de coleção. Produtos não oficiais também podem ferir direitos do consumidor quanto à segurança, devolução e garantia de autenticidade.
Segundo especialistas da área jurídica, a compra e distribuição de cromos falsos podem configurar crime de receptação, caso seja comprovado o conhecimento da origem ilícita do material. Autoridades recomendam sempre buscar fornecedores autorizados, especialmente em períodos de grande demanda por figurinhas e álbuns licenciados.
Próximos passos da investigação policial
A Polícia Civil confirmou que segue o rastreamento das rotas onde possivelmente circulam novas remessas de figurinhas falsificadas da Copa do Mundo de 2026. A cadeia de produção e distribuição será detalhada em relatório pericial, cujo resultado é encaminhado à Justiça para análise processual. Não há, até o momento, confirmação de presos relacionados ao caso.
Diante da complexidade de crimes contra a propriedade intelectual, o Ministério Público poderá denunciar envolvidos com base no conjunto probatório oferecido pelo inquérito policial. O caso segue sem trânsito em julgado e a defesa dos investigados não enviou manifestação até o fechamento desta matéria.
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Perguntas Frequentes
Qual é o risco de comprar figurinhas da Copa 2026 falsificadas?
O consumidor pode perder dinheiro ao adquirir produtos sem valor de coleção e ainda arriscar responder por receptação, caso fique comprovada ciência da origem irregular.
Como identificar uma figurinha da Copa 2026 falsa?
Diferenças de acabamento, impressão de baixa qualidade e ausência de certificação oficial ajudam a distinguir figurinhas autênticas das falsificadas. A orientação é buscar estabelecimentos autorizados.
O que acontece com as figurinhas falsificadas apreendidas?
Após perícia técnica realizada pelos órgãos competentes, o material é inutilizado para evitar retorno ao mercado e proteger os direitos de imagem dos envolvidos.
Já houve prisões no caso da apreensão em Nova Iguaçu?
Até o momento, a Polícia Civil não confirmou a prisão de suspeitos relacionados a este lote. As investigações seguem para apurar possíveis responsáveis.
É crime vender ou distribuir figurinhas falsificadas da Copa?
Sim. A medida configura violação de direitos autorais e fraude no comércio previstos nos artigos 184 e 175 do Código Penal. A pena pode chegar a quatro anos de reclusão.