Home PolicialJustiça solta homem acusado de decepar o dedo da esposa com faca em Taboão da Serra, SP

Justiça solta homem acusado de decepar o dedo da esposa com faca em Taboão da Serra, SP

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, a vítima teve o polegar amputado e ficou internada; a arma usada foi apreendida pela polícia.

por Luanna Silva
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A Justiça de São Paulo concedeu liberdade provisória a Perivaldo da Cruz, de 40 anos, acusado de decepar um dedo da esposa, de 32, com uma faca de açougueiro em Taboão da Serra, na Grande São Paulo.

 

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Como a polícia tomou conhecimento do caso

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), guardas municipais foram chamados até um hospital, onde constataram que a vítima havia tido o polegar amputado após uma discussão com o companheiro.

A ocorrência foi registrada no 1º Distrito Policial (DP) da cidade como lesão corporal e violência doméstica. Segundo relatos que circularam nas redes, a briga teria sido motivada por ciúmes, versão que não foi confirmada oficialmente.

Prisão em flagrante e arma apreendida

O suspeito foi preso em flagrante na tarde de 28 de junho, no bairro Maria Helena. A mulher permaneceu internada sob cuidados médicos, e a arma usada na agressão foi apreendida pelos agentes.

Decisão da Justiça e regras impostas

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) determinou que o acusado responda ao processo em liberdade, mas sob medidas cautelares. Entre as condições estão o comparecimento mensal ao juízo e a proibição de deixar o estado por mais de oito dias sem autorização judicial.

Ele também precisa manter distância mínima de 300 metros da vítima, está proibido de qualquer contato com ela e não pode frequentar locais que a mulher costuma visitar.

Presunção de inocência

O acusado não foi condenado e continua respondendo em liberdade. Até o julgamento, prevalece a presunção de inocência, e o caso segue em apuração pelas autoridades.

Onde buscar ajuda

Vítimas e testemunhas de violência contra a mulher podem acionar a Central de Atendimento à Mulher pelo número 180. Em emergências, o contato é a Polícia Militar, pelo 190. A Lei Maria da Penha assegura medidas protetivas às vítimas.

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