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Serpente deixa revestimento antigo para trás durante troca de pele registrada por especialista

Conhecido como ecdise, o processo renova a camada externa do corpo das serpentes e ocorre em frequências diferentes conforme idade e condições do animal.

por Luanna Silva
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O Dr. Richard Deyber registrou em Belo Horizonte, Minas Gerais, uma serpente durante a troca de pele, processo natural conhecido como ecdise. O vídeo mostra o animal se desprendendo da camada externa antiga e permite observar o revestimento deixado para trás.

A troca de pele faz parte do desenvolvimento das serpentes e permite renovar a camada externa do corpo. O processo pode ser observado em diferentes fases da vida desses répteis, com frequência variável conforme as características de cada animal.

Vídeo mostra serpente durante a ecdise

Nas imagens registradas por Richard, a serpente aparece se desprendendo da pele antiga. Depois, o especialista mostra o revestimento que ficou para trás, preservando o formato do corpo do animal.

A pele descartada pode manter detalhes da estrutura corporal da serpente, o que ajuda a visualizar o processo de renovação. A troca acontece de maneira gradual, com o animal se movimentando para facilitar a saída da camada antiga.

Com que frequência as serpentes trocam de pele?

Segundo a explicação do especialista, a troca não ocorre necessariamente em intervalos fixos. A frequência depende de fatores como idade, ritmo de crescimento e condições gerais do animal.

Serpentes jovens costumam trocar de pele com maior frequência, já que passam por uma fase de crescimento mais acelerado. Nos animais adultos, o intervalo pode ser maior e variar conforme a espécie e as condições de vida.

Por que a troca de pele é importante?

A ecdise permite que a serpente renove a camada externa do corpo à medida que cresce. O processo também está relacionado à manutenção da pele, que precisa ser substituída periodicamente.

Durante essa fase, as condições do ambiente e o estado de saúde do animal podem influenciar o resultado da troca. Quando o processo não ocorre adequadamente, podem permanecer fragmentos de pele presos ao corpo, situação que merece atenção especializada.

O registro feito em Belo Horizonte permite acompanhar de perto uma etapa natural da vida desses répteis e conhecer melhor um fenômeno que nem sempre é observado com facilidade.

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