Relatório aponta possível falha durante atendimento
Um relatório médico obtido pela imprensa aponta uma possível falha na intubação de Bernardo Augusto Rocha, de 11 anos, que morreu após passar mal depois de ser atingido por uma bolada na cabeça durante uma atividade em uma escola de Bertioga, no litoral de São Paulo.
De acordo com o documento, o tubo utilizado no procedimento teria sido introduzido no esôfago, e não na traqueia. A informação passou a integrar os questionamentos apresentados pela família, que pede esclarecimentos sobre toda a sequência do atendimento prestado ao estudante.
Família também questiona transporte até unidade de saúde
Além da possível falha apontada no procedimento médico, os familiares afirmam que o menino foi levado da escola até a Unidade de Especialidades Médicas (Unibem) em um carro particular conduzido por funcionários da instituição de ensino. Segundo o relato, isso ocorreu antes da chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Os familiares defendem que todas as circunstâncias sejam apuradas para esclarecer se os protocolos de atendimento de emergência foram seguidos desde os primeiros minutos após o acidente.
Caso segue sob apuração
O relatório reforçou os pedidos por uma investigação detalhada sobre o atendimento recebido pelo estudante. A expectativa é que a documentação seja analisada pelos órgãos competentes para verificar se houve falha na assistência médica ou em outros procedimentos adotados durante o socorro.
Até a conclusão das apurações, o caso permanece sob análise das autoridades responsáveis. Eventuais responsabilidades somente poderão ser confirmadas após a conclusão das investigações e das avaliações técnicas.
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