Home Meio AmbientePorco amarrado e cabrito são flagrados em transporte irregular na Raposo Tavares, em Cotia

Porco amarrado e cabrito são flagrados em transporte irregular na Raposo Tavares, em Cotia

O porco aparece preso por cordas e sem espaço para manter a cabeça dentro da carroceria, com o cabrito embaixo dele

por Deise
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Um motorista registrou o transporte irregular de dois animais na Rodovia Raposo Tavares, em Cotia, na Grande São Paulo (SP). As imagens mostram um porco amarrado com cordas e um cabrito na traseira de uma caminhonete, em condições que chamaram a atenção de quem passava pelo local.

O que mostram as imagens

No registro, o suíno aparece preso por cordas, com o cabrito posicionado embaixo dele. Durante o trajeto, o porco tenta se soltar e se debate, movimento intenso o suficiente para fazer o veículo balançar.

O espaço reduzido impede que o animal mantenha a cabeça completamente dentro da carroceria, o que aumenta o risco de lesões durante o deslocamento em velocidade.

Por que esse transporte é considerado irregular

O transporte de animais vivos exige condições específicas de acomodação, ventilação e contenção segura, justamente para evitar sofrimento e acidentes. Amarrar um animal em carroceria aberta, sem estrutura adequada, contraria essas exigências.

Além do risco para os próprios animais, a prática representa perigo no trânsito, já que o movimento de um animal de grande porte pode desestabilizar o veículo em movimento.

O que diz a legislação

A Lei de Crimes Ambientais, número 9.605 de 1998, prevê punição para quem pratica ato de abuso ou maus-tratos contra animais, com pena de detenção e multa. O transporte em condições que causem sofrimento pode se enquadrar nessa previsão.

A avaliação, no entanto, cabe às autoridades competentes. Enquanto não houver apuração, o condutor não identificado responde apenas como possível responsável, com presunção de inocência assegurada.

Como denunciar situações assim

Quem presenciar transporte irregular ou maus-tratos pode acionar a Polícia Militar pelo 190 ou a Polícia Ambiental, responsável por ocorrências envolvendo fauna. Prefeituras costumam manter canais próprios de proteção animal.

Registrar o vídeo, anotar a placa e informar o local e o horário aumentam consideravelmente a chance de identificação e responsabilização.

Acompanhe os desdobramentos

Não há, até o momento, informação sobre providências tomadas no caso. Acompanhe o Jornal Mix para receber as informações confirmadas.

 

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