A erupção do vulcão Dukono, localizado na ilha de Halmahera, na Indonésia, deixou três excursionistas mortos. O fenômeno lançou uma coluna de cinzas que alcançou cerca de 10 quilômetros de altura, além de material vulcânico, enquanto um grupo de visitantes estava próximo à cratera.
Outras 17 pessoas foram resgatadas após a ocorrência. As circunstâncias da tragédia estão sendo investigadas pelas autoridades, que apuram se o guia e os responsáveis pela excursão ignoraram os alertas de segurança emitidos para a região.
Área estava fechada desde abril
De acordo com as informações divulgadas, a área do vulcão estava fechada à visitação desde abril, em razão do aumento da atividade vulcânica. Também havia avisos orientando as pessoas a não se aproximarem da cratera.
Apesar das restrições, um grupo de visitantes estava nas proximidades quando ocorreu a erupção. A presença dos excursionistas em uma área com alertas de segurança passou a fazer parte da investigação sobre o caso.
Autoridades investigam possíveis falhas de segurança
As autoridades apuram se os responsáveis pela excursão cumpriram as orientações de segurança e respeitaram as restrições de acesso. A investigação busca esclarecer as circunstâncias que levaram o grupo a estar próximo à cratera durante a atividade vulcânica.
O caso reforça os riscos de aproximação de áreas vulcânicas durante períodos de instabilidade. A coluna de cinzas, que chegou a aproximadamente 10 quilômetros de altura, foi um dos efeitos registrados durante a erupção.
Até que as apurações sejam concluídas, não há confirmação, nas informações fornecidas, de que o guia ou os organizadores tenham deliberadamente desrespeitado os alertas.
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