Home PolicialConduta de policial penal que derrubou homem na BR-040, em Minas Gerais, é investigada pela Sejusp

Conduta de policial penal que derrubou homem na BR-040, em Minas Gerais, é investigada pela Sejusp

O homem viajava preso à traseira de um caminhão de carga quando foi derrubado; a secretaria confirmou que o episódio já é apurado formalmente

por Deise
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Um vídeo gravado na BR-040, em Minas Gerais, mostra o momento em que um policial penal derruba um homem que viajava de forma irregular na traseira de um caminhão de carga. A conduta do agente é investigada pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp).

O que mostram as imagens

Nas cenas, o homem aparece preso à parte de trás do veículo, prática conhecida como colar carona, quando é derrubado por um agente da unidade GETAP. Após a queda, ele se levanta e tenta fugir correndo pela beira da estrada.

Enquanto isso, os demais agentes asseguram o perímetro ao redor. O registro passou a circular nas redes sociais e gerou repercussão pela forma como a abordagem foi conduzida.

O posicionamento oficial

A Sejusp emitiu um comunicado classificando a conduta do agente como um ato isolado. A secretaria confirmou que o caso já está sendo formalmente investigado pelo Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG).

A apuração deve reunir o vídeo, os relatos dos envolvidos e o protocolo previsto para esse tipo de abordagem, a fim de esclarecer se houve excesso por parte do policial penal.

O risco de colar carona em caminhões

Viajar preso à traseira de um veículo de carga é uma prática extremamente perigosa e proibida. Sem qualquer apoio ou proteção, a pessoa fica exposta a quedas em movimento, ao tráfego que vem atrás e a lesões graves em caso de frenagem brusca.

Apesar do risco evidente, a prática ainda é adotada por quem busca deslocamento sem custo em rodovias, o que leva agentes a intervir para retirar essas pessoas da via.

O limite da abordagem

A discussão que o caso levanta não é sobre a necessidade de retirar o homem de uma situação de risco, e sim sobre o modo como isso foi feito. Agentes de segurança operam dentro de protocolos que definem o uso proporcional da força.

Até que a investigação seja concluída, o policial penal responde na condição de investigado, com presunção de inocência assegurada, e as circunstâncias completas do episódio seguem em apuração.

Acompanhe os desdobramentos

O resultado da investigação deve indicar se a conduta será tratada como regular ou como excesso. Fique com o Jornal Mix para saber o que os órgãos de Minas Gerais concluírem sobre o caso.

 

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