Um casal foi atingido por um barco pirata enquanto namorava em uma moto aquática na Praia Central, em Balneário Camboriú, na tarde de domingo, 15 de março de 2026. O incidente ocorreu durante o dia, quando a embarcação turística colidiu com o jet ski parado no canal de manobra, conforme registrado por testemunhas.
De acordo com os relatos, ambos caíram na água após o impacto, sendo socorridos em seguida. A mulher, de 30 anos, sofreu apenas um hematoma leve na cabeça e foi encaminhada à UPA para atendimento, segundo informações de socorristas ouvidos pelo mesmo veículo. Já o homem não apresentou ferimentos visíveis no local.
As autoridades apuram o que levou à colisão, já que testemunhas relataram que o casal estava parado no canal, e o piloto do barco pirata não teria visto a moto aquática no momento do acidente. A Marinha do Brasil abriu investigação para apurar o caso.
Detalhes e versões sobre a colisão entre o barco pirata e o jet ski
Vídeos gravados por populares mostram o momento exato em que o barco pirata, identificado como embarcação turística, colide com o jet ski onde estava o casal. As imagens circulam nas redes sociais desde o domingo do ocorrido.
O Grupo Barco Pirata afirmou em nota que não foi possível avistar o jet ski a tempo de desviar e que, devido ao porte da embarcação, as manobras exigem espaço e tempo maiores. O grupo reforçou que o barco navegava no canal de navegação, local adequado para esse tipo de veículo.
Em seu comunicado, a empresa declarou: “Além disso, a embarcação navegava dentro do canal de navegação, que é a rota adequada e segura para esse tipo de embarcação naquele trecho, sendo uma área de passagem, portanto inadequada para que embarcações ou motos aquáticas permaneçam fundeadas ou paradas.”
Grupo Barco Pirata informou que ainda não foi procurado pelo piloto do jet ski, mas está notificando a Marinha para colaborar plenamente com as investigações.

Casal tem passeio romântico interrompido por acidente com barco pirata enquanto curtia momento em jet ski. Imagem: Fato Amazônico
Nota da empresa responsável pela moto aquática
A Nautiusados, especializada na locação de motos aquáticas, garantiu que o condutor do jet ski estava devidamente habilitado, com documentação em ordem e seguro vigente. A empresa relatou que prestou assistência imediata às vítimas e permanece colaborando com a investigação conduzida pela Marinha do Brasil.
Segundo a nota emitida, “desde o primeiro momento, foram prestados apoio imediato e atendimento às vítimas, bem como toda a assistência necessária. Todas as informações já foram encaminhadas para as autoridades competentes”.
Impacto, contexto e próximos passos da investigação
Após o acidente, a repercussão se intensificou nas redes sociais, com questionamentos sobre a segurança nas áreas de navegação destinadas a barcos turísticos e jet skis. O local do acidente, a Praia Central de Balneário Camboriú, é conhecido por intensa movimentação de barcos temáticos, como o Barco Pirata Tesouro e passeios ligados a temas de pirataria, como o Marujo Pirata Aventura, Ilha Tesouro Pirataria, Mapa Tesouro Pirata e Caveira Pirata Expedição.
Até o momento, a Marinha não divulgou prazo para conclusão do inquérito, mas confirmou que todas as partes envolvidas devem ser ouvidas para apuração das responsabilidades. Outras informações atualizadas serão divulgadas conforme o avanço das investigações oficiais.
Possíveis mudanças e recomendações de segurança
Os desdobramentos desse acidente poderão influenciar medidas futuras para reforço das regras de navegação, circulação e permanência de motos aquáticas em áreas de manobra e canais destinados a embarcações maiores.
Perguntas Frequentes
Qual foi a causa da colisão entre o barco pirata e o jet ski?
Segundo o Grupo Barco Pirata, a moto aquática não estava visível para o piloto e se encontrava parada em área considerada inadequada. A empresa afirma que o canal de navegação exige atenção redobrada, pois é rota exclusiva para barcos de grande porte.
A mulher que estava na moto aquática precisou de internação prolongada?
Conforme socorristas, a vítima sofreu apenas um hematoma leve na cabeça e foi liberada após atendimento na UPA.
Que providências foram tomadas pelas autoridades?
A Marinha do Brasil abriu investigação para apurar as circunstâncias do acidente, ouvindo todos os envolvidos e coletando provas.
O local onde o acidente aconteceu é seguro para permanência de jet skis?
De acordo com o Grupo Barco Pirata, o canal de navegação é exclusivo para trânsito de embarcações maiores, sendo inadequado para motos aquáticas paradas, o que será avaliado pela investigação.
Quais empresas estavam envolvidas na operação dos veículos?
O barco pertence ao Grupo Barco Pirata, responsável por passeios turísticos temáticos; a moto aquática era alugada da Nautiusados, que confirmou a habilitação e regularidade do condutor.