Home PolicialComerciante reage a assalto em loja de colchões no Centro de Sumaré e suspeito não resiste

Comerciante reage a assalto em loja de colchões no Centro de Sumaré e suspeito não resiste

Dono da loja tinha registro de CAC e agiu em legítima defesa, segundo a polícia; um segundo suspeito fugiu de moto e é procurado.

por Luanna Silva
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Um comerciante reagiu a uma tentativa de assalto em sua loja de colchões, no Centro de Sumaré, em São Paulo, e o confronto terminou com dois homens baleados por volta do meio-dia da última terça-feira.

Segundo a Polícia Militar (PM), o dono do estabelecimento tinha uma arma de fogo registrada e reagiu à abordagem, dando início a um confronto armado dentro do comércio, na Avenida Rebouças.

 

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Como a ação começou

De acordo com o tenente-coronel Paulo Salgado, comandante do 48º Batalhão da PM, funcionárias perceberam a movimentação do suspeito, se abaixaram para se proteger e acionaram a corporação.

O homem estava armado com um revólver e teria anunciado o roubo exigindo correntes e joias de ouro, o que levou a Polícia Civil a suspeitar que ele já tinha informações prévias sobre os objetos guardados no local.

Reação em legítima defesa

O proprietário possui registro de CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador), categoria que autoriza a posse e o porte de armas de fogo para fins específicos, e usou a própria pistola para revidar.

Na troca de tiros, o comerciante foi atingido na mão e socorrido para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do bairro Jardim Macarenko, onde passa bem e passaria por cirurgia. O suspeito foi baleado três vezes e encaminhado ao HES (Hospital Estadual de Sumaré), mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo suspeito foge de moto

Ainda conforme a PM, um segundo envolvido aguardava do lado de fora, de capacete, sobre uma motocicleta. Após os disparos, ele fugiu pela contramão e escapou de uma viatura que tentou acompanhar. O homem é procurado, e a polícia deve realizar diligências para identificá-lo.

Investigação em andamento

O caso foi registrado como tentativa de latrocínio. Após analisar imagens, depoimentos e a documentação da arma, o delegado concluiu que o comerciante agiu em legítima defesa e não o autuou em flagrante. As armas foram apreendidas e passarão por perícia, enquanto a Polícia Civil apura as circunstâncias.

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