Cenas de violência contra a mulher que viralizam nas redes sociais, inclusive em destinos turísticos, voltam a gerar forte repúdio e reacendem uma pergunta urgente: o que fazer diante de uma agressão e a quem recorrer para pedir ajuda.
Antes de compartilhar imagens desse tipo, especialistas recomendam cautela. Divulgar vídeos de agressões pode expor ainda mais a vítima e espalhar cenas fora de contexto. O caminho mais útil, segundo órgãos de proteção, é acionar rapidamente os canais de denúncia e atendimento.
Como buscar ajuda no Brasil
No Brasil, a Central de Atendimento à Mulher funciona pelo Ligue 180, gratuito e disponível 24 horas, para orientar e encaminhar denúncias. Em situações de emergência, com risco imediato, o número é o 190, da Polícia Militar. Violações de direitos humanos também podem ser relatadas pelo Disque 100.
Os canais na República Dominicana
Para quem viaja ou acompanha casos no país caribenho, o Ministério da Mulher mantém uma linha de auxílio 24 horas nos números 809-200-7212 e 809-689-7212, além do atalho *212. O telefone de emergência nacional é o 911, e o Ministério Público oferece a chamada Línea Vida, no 809-200-1202.
O que dizem os números
As autoridades dominicanas relataram queda nos casos em 2025. Segundo levantamentos divulgados pela imprensa, o país registrou 59 mortes de mulheres em decorrência de violência de gênero ao longo do ano, redução em relação a 2024. Ainda assim, o tema segue tratado como prioridade nacional.
O próprio Ministério da Mulher da República Dominicana pediu que os veículos de imprensa incluam sempre os canais de ajuda ao noticiar esses casos, por entender que a informação clara sobre onde buscar apoio pode salvar vidas.
Segurança para quem viaja
No caso de turistas, a orientação é registrar contatos de emergência antes da viagem, preferir áreas movimentadas, manter alguém informado sobre o roteiro e procurar de imediato a polícia local ou a recepção do hotel diante de qualquer situação de risco.
Informação salva, e é por isso que o Jornal Mix escolhe divulgar caminhos de proteção em vez de amplificar a violência. Continue com a gente para acompanhar conteúdos que informam, orientam e cuidam de quem mais precisa.
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