Home ComportamentoCâmera flagra pessoa em situação de rua jogando material sujo em condomínio no Cruzeiro Novo, DF

Câmera flagra pessoa em situação de rua jogando material sujo em condomínio no Cruzeiro Novo, DF

Síndica afirma que conversou com a mulher e ouviu que a atitude poderia se repetir; a Polícia Militar precisou ser acionada

por Luanna Silva
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Uma pessoa em situação de rua foi flagrada por uma câmera de segurança ao arremessar papel higiênico e uma embalagem de biscoito sujos de fezes no pilotis de um prédio no Cruzeiro Novo, no Distrito Federal, na segunda-feira (6/7).

 

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O que as imagens mostram

Na gravação, a mulher aparece se aproximando das grades do edifício, passa uma das mãos por um dos vãos e lança os materiais na área comum. Em seguida, ela deixa o local. O episódio revoltou os moradores do Bloco A da Quadra 1211.

A versão da administração do prédio

Ao portal Metrópoles, a síndica do bloco, Cacau Belliene, contou que assistiu ao vídeo e reconheceu a autora como uma pessoa que costuma frequentar a região e que, segundo ela, já teria conversado com o porteiro e com outros moradores em ocasiões anteriores.

De acordo com a síndica, uma tentativa de diálogo teria terminado de forma tensa. Ela afirma que a mulher se justificou dizendo ter sido ofendida por um funcionário, versão que a administração contesta, descrevendo o zelador como sempre prestativo.

Polícia Militar foi acionada

Ainda conforme o relato, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi chamada e compareceu ao endereço. Após a conversa dos agentes com a mulher, ela recolheu seus pertences e saiu das imediações, não permanecendo mais no entorno do condomínio.

Debate sobre a resposta às ocorrências

A síndica aproveitou o caso para criticar o que considera uma fragilidade na atuação policial diante de situações que envolvem a população em situação de rua. Para ela, mudanças em diretrizes e limites legais teriam reduzido a margem de ação imediata das forças de segurança.

Belliene sustenta ainda que muitas ocorrências passaram a depender do registro de boletim, procedimento que, na avaliação dela, nem sempre soluciona o problema apontado pelos moradores.

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