Home ComportamentoProfessora encontra caco de vidro em copo de água dentro de sala de aula em São José dos Campos

Professora encontra caco de vidro em copo de água dentro de sala de aula em São José dos Campos

Segundo o relato da professora, ela percebeu uma movimentação estranha entre os alunos e não chegou a beber a água. A prefeitura lamentou o caso.

por Deise
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Uma professora da rede municipal de São José dos Campos, no interior de São Paulo, encontrou um caco de vidro dentro do seu copo de água durante uma aula e passou mal após o episódio, ocorrido na manhã de terça-feira, 30.

O que a professora relatou

Em um desabafo publicado nas redes sociais, a docente, identificada como Michele Ramos, contou que percebeu uma movimentação estranha entre os estudantes e, por isso, não chegou a beber a água. No registro, ela fala sobre o abalo emocional e as condições de trabalho enfrentadas por professores.

De acordo com o relato, três alunos do 8º ano teriam colocado o material no recipiente. A situação teria acontecido dentro da própria sala de aula, na EMEFI Professora Ildete Mendonça Barbosa, escola municipal de ensino fundamental do bairro Residencial União.

Resposta da escola e da prefeitura

Em nota, a Prefeitura de São José dos Campos afirmou que lamenta profundamente o ocorrido e reforçou o compromisso de garantir um ambiente escolar seguro para alunos e profissionais da educação.

A administração informou ainda que as famílias dos envolvidos foram convocadas pela direção e que os estudantes foram suspensos até o fim do semestre. O caso também teria sido encaminhado aos órgãos competentes.

Por que os nomes não são divulgados

Por envolver menores de idade, as autoridades não divulgam dados que possam identificar os alunos, em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

O caso repercutiu nas redes e reacendeu o debate sobre a segurança e a saúde mental dos profissionais da educação. Quem enfrenta sofrimento emocional pode buscar apoio gratuito e sigiloso no CVV, o Centro de Valorização da Vida, pelo telefone 188.

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