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Jovem acorda e descobre que piercing do nariz foi parar no pulmão

Jovem de 26 anos detalha experiência e alerta seguidores sobre cuidados com piercings.

por Isabelli Pires
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Foto de rosto da jovem Monica Deyanira Cabrera Barajas, com cabelos escuros e mechas verdes, usando um piercing no septo nasal e maquiagem rosada.

A apenas um milímetro da morte: um piercing de nariz alojado no pulmão parou o sistema respiratório de uma jovem de 26 anos. Após o desaparecimento misterioso do acessório durante o sono, exames de imagem revelaram que o objeto não apenas foi aspirado, como se fixou perigosamente próximo à principal artéria do corpo humano. O caso de Monica Deyanira acende um alerta sobre os riscos invisíveis de acessórios durante a noite.

Diagnóstico e proximidade com a artéria principal

Os exames de imagem apontaram que o piercing, pequeno e com material metálico, estava a apenas 0,5 milímetro da aorta, segundo relato da própria paciente. Esse detalhe foi considerado crítico pelos profissionais, pois qualquer tentativa apressada de remoção poderia causar uma hemorragia fatal. Monica relatou não lembrar do momento exato em que o objeto entrou no corpo; suspeita que o fato tenha ocorrido enquanto dormia, hipótese comunicada por ela ao pneumologista responsável pelo caso.

Procedimento cirúrgico desafia equipe após fixação do piercing no tecido pulmonar

A equipe médica imaginou inicialmente um procedimento simples para a retirada do objeto, estimando duração inferior a 30 minutos. No entanto, o cenário se mostrou mais complexo devido à fixação do acessório ao tecido interno do pulmão. A primeira cirurgia durou uma hora e vinte minutos, sem sucesso, pois o piercing estava aderido ao órgão. Esse dado foi relatado pela própria paciente em suas redes sociais e confirmado pelos portais mencionados.

Diante da necessidade de um segundo procedimento, Monica Deyanira relatou à imprensa que se preparou para a possibilidade de complicações, chegando a escrever uma carta de despedida a familiares e amigos.

Raio-X frontal do tórax mostrando a estrutura óssea e pulmonar. Um pequeno objeto circular metálico (o piercing) está visível na região central superior, destacado por um círculo vermelho na traquéia/pulmão.

O raio-X confirma a localização crítica do piercing metálico que se aderiu ao tecido pulmonar, transformando a cirurgia de remoção em um desafio médico complexo. Imagem: Tik Tok

Comportamento após cirurgia bem-sucedida e repercussão nas redes sociais

Mesmo diante do medo inicial, a equipe médica conseguiu realizar a remoção completa do piercing em nova intervenção. O profissional responsável afirmou que a proximidade do objeto ao coração potencializava o risco de colapso pulmonar ou perfuração da aorta, sendo fundamental a precisão na abordagem cirúrgica. Após o procedimento, Monica afirmou que não pretende utilizar mais piercings nas vias respiratórias, relatando o impacto emocional e o aprendizado causados pelo incidente, conforme destacado em suas declarações públicas.

O caso de Monica serve como um alerta impressionante sobre os riscos imprevistos associados ao uso de acessórios nas vias respiratórias e a importância de buscar atendimento médico imediato diante de qualquer anormalidade. A precisão da equipe cirúrgica foi o fator determinante para transformar um incidente potencialmente fatal em uma história de superação e aprendizado.

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@whoisbarajasx Se pone el septum (((Sale mal))) Pd. Ahorita ya estoy bien, fue hace meses, gad me lograron sacar el septum sin complicaciones, los doctores estaban impactados, así como yo y todos a mi alrededor, mis traumas mis chistes. #fyp #urgencias #medicine #viral #septumpiercing ♬ original sound – Deo M. Divinagracia – RetroSibs 🇵🇭🇵🇭🇵🇭

Perguntas frequentes

Como o piercing do nariz foi parar no pulmão de Monica Deyanira Cabrera Barajas?

Segundo relato da própria paciente, ela acredita que o objeto caiu do nariz enquanto dormia e foi aspirado durante o sono, alojando-se no pulmão.

Qual era o principal risco à vida da jovem?

Conforme apontado pelos exames médicos, o piercing ficou a apenas 0,5 milímetro da aorta, aumentando o risco de hemorragia e colapso pulmonar se o objeto perfurasse o órgão.

O procedimento cirúrgico para a remoção do piercing foi simples?

Não, o caso exigiu duas intervenções. Na primeira tentativa, a equipe não conseguiu retirar o acessório devido à sua fixação ao tecido interno pulmonar. Apenas no segundo procedimento, mais invasivo, a remoção foi possível.

A jovem pretende voltar a usar piercings?

Após a experiência, Monica afirmou publicamente que não pretende mais fazer uso de piercings em vias respiratórias, ressaltando os riscos envolvidos.

O caso da jovem é comum entre usuários de piercings?

Incidentes como este são considerados raros, mas destacam a necessidade de atenção com acessórios que podem se soltar, especialmente durante o sono.

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